quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Ao humanos..



Restinhos de cartas, restinhos de papel,
Sociedade se organizando em outra torre de Babel.
Luzes acessas, escuridão total,
Tudo tão fútil, tudo tão banal.

Água em extinção, água explorada,
Cuide de sua natureza, ó Pátria amada.
O verde em escassez, o verde se acabando,
E você continua desmatando?

Escravidão do pensar, escravidão mental,
Ler e não entender, será isso normal?
Repressão, em forma de agressão,
Por todo canto se ouve, viva o amor em seu coração.

Nos semáforos, crianças entram em competição,
Implorando por comida, implorando um tostão,
Senzalas humanas, ainda se vê,
Um pobre pensamento que não nos deixa crescer.

Caminhos, sonhos, esperanças,
Como será o futuro de nossas crianças?
Poder, dinheiro, ambição,
Fadando a raça humana sua total destruição 
..

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