quarta-feira, 4 de maio de 2011

Dia 04 de maio de 2011

Só existo de verdade   quando estou escondido numa brecha do tempo dentro do meu  quarto escuro quando não há roupas nem medo, vergonha nem fingimento  quando tem só desejo e confiança. O resto do tempo eu me sinto uma copia falsificada de mim mesma. Meu  peito esta todo cortado são rasgos dos teus seios afiados nas feridas escapam grito muito como de um bebe abandonado dentro de um saco na correnteza de um rio ninguém escuta a minha dor. Podem te arranca um braço, uma perna, tudo bem, que você continua vivendo. Mas a alma sem ela  você e apenas uma caixa de ossos chacoalhando por ai. Ontem gastei todo meu dinheiro e comprei um terreno em marte eis a, foto cedida pela NASA do meu pedaço de felicidade paguei caro para ter largura sem gente, sem bicho, sem planta, sem carro, sem computador. Eu e a imaginação poética vamos morar nos espaço sideral grandão. No ser tão demais. No aberto. Pretendo não manter,  mas contatos com  os tolos nem com os que habitam  minha mente com  memórias estúpidas com vírus do passado. A decisão que estou tomando e consciente, decidi na plenitude de meu livre-arbítrio sei que isso e duro por que sendo assim ninguém tem direito a culpa e a culpa e o alivio dos fracos.
Lamento,  mas concordo que o  suicídio e a única questão filosófica verdadeira, o meu desejo comanda o meu destino e a morte e a única liberdade..

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